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Entrevista com Steve Jobs

Esses dias Steve Jobs foi entrevistado pela revista Fortune, e perguntaram sobre “A ligação da Apple com o consumidor”

- “Não tem a ver com cultura pop, nem com tapear as pessoas, nem convencê-las de que querem algo que não querem. Nós percebemos o que querem. E acho que somos muito bons na disciplina de pensar com a mente do consumidor. É para isso que somos pagos. Por isso, você não pode sair e perguntar às pessoas qual será o próximo sucesso. Há uma grande frase dita por Henry Ford:

‘Se eu tivesse perguntado a meus clientes o que eles queriam, teriam dito que queriam um cavalo mais veloz’

Entrevista completa

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Ritmo das inovações da Apple pode frustrar usuários

Compradores de produtos Apple podem sentir a dor da obsolecência mais rápido que os de produtos de outras empresas, diz colunista.

Em artigo publicado no site do The Wall Street Journal, Nick Wingfield diz haver “um lado negativo do ritmo da inovação da Apple”.

“Ao renovar constantemente seus produtos, apresentando novos e trombeteando as mudanças em campanhas de marketing de alto nível, a Apple acostumou muitos de seus usuários a viver em um semi-permanente ciclo de atualizações para novos aparelhos. O risco é desapontar o consumidor, que sente que suas aquisições ficam instantaneamente desatualizadas. Alguns que compraram um laptop Mac nas férias, por exemplo, podem sentir-se mal se a Apple, como se espera, lançar um novo portátil na Macworld”, diz Wingfield.

Segundo ele, usuários de produtos Apple podem sentir a dor da obsolecência mais rápido que os de produtos de outras empresas. “Em média a Apple lança uma nova grande versão de seu sistema operacional por ano. Em contraste, cinco anos se passaram entre o lançamento dos sistemas operacionais Windows XP e Windows Vista, da Microsoft. ‘Dado o fato de que o ritmo das melhorias da Apple é de duas a quatro vezes maior que o dos produtos baseados em PC, os compradores da Apple sempre terão um grau maior de remorso’, diz Gene Munster, analista do banco de investimentos Piper Jaffray”.

Mais detalhes no de Wingfield.

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Acessório para iPhone, custa U$ 1 ou U$ 100

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Apple no Brasil em 2008?

Tudo indica que sim!

A Apple, de Steve Jobs, inicia sua maior ofensiva no mercado brasileiro e prepara até a abertura de lojas próprias

Desta vez, tudo indica, é para valer. Após anos no mais completo desprezo ao mercado nacional, Steve Jobs prepara uma ofensiva no Brasil. Existe um plano em andamento dentro da Apple para expandir a atuação da marca por aqui. Os primeiros (e concretos) sinais surgiram na semana passada, mas há outras informações que indicam a existência de um novo desenho estratégico da mais cultuada marca de tecnologia para o País. Na noite da quinta-feira 22, foi lançada a primeira “store in store” da companhia no Brasil – com 40 metros quadrados, está localizada dentro da loja da rede Extra, no bairro nobre do Itaim, em São Paulo. Serão criados mais 15 espaços como esse, batizados de Ilha Apple, em unidades da cadeia do grupo Pão de Açúcar.

Mas não pára por aí. Há potencial para novas “ilhas” em até uma centena de lojas da cadeia Extra. Mais: DINHEIRO apurou que o grupo norte-americano pretende replicar esse modelo para, pelo menos, mais uma grande rede de varejo nacional ainda no ano que vem. Além disso, também está em discussão a possibilidade de abertura de uma Apple Store na capital paulista em 2008. O contrato com a empresa de Abílio Diniz não garante a exclusividade. Também há fortes rumores de que a empresa e o grupo La Fonte, do empresário Carlos Jereissati, negociam a abertura de uma loja em um dos shoppings do grupo. DINHEIRO confirmou que as conversas teriam avançado para a inauguração do ponto no Shopping Iguatemi, templo de luxo na capital paulista. Essa possibilidade, segundo fontes próximas à Apple, aumentaria as chances de uma rápida e inédita visita de Steve Jobs ao Brasil para cortar a fita inaugural da loja.

A Apple Store deve seguir os mesmos padrões das megalojas da companhia pelo mundo, nas quais os consumidores têm liberdade para mexer e experimentar livremente as mercadorias, espalhadas em amplos balcões. Em cada decisão dessas, há o dedo e o aval do homem, Steve Jobs, e acontecem em sintonia direta com Miami, onde fica o centro de distribuição para a América Latina. Tanto que, para o acordo entre grupo Pão de Açúcar e Apple acontecer, houve participação do gerente-geral para a América Latina, Carlos DeVries, na negociação. DeVries e Alexandre Szapiro, gerente-geral da empresa no Brasil, tiveram a tarefa de apresentar para Jobs o projeto com a rede Extra, e o estudo de viabilidade da Apple Store em São Paulo. Jobs dá sinal verde ou vermelho a tudo. Centralizador, o presidente mundial não gosta que nada lhe escape das mãos. Não fala e não permite que ninguém lá dentro fale em ações estratégicas futuras. Isso inclui novos acordos com varejistas e a abertura da aguardada Apple Store. “Não posso dizer nada ou amanhã ainda recebo minha carta de demissão”, brincou Alexandre Szapiro, durante inauguração do espaço da marca no Extra. Sigilos à parte, é fato que essa conversa entre grupo Pão de Açúcar e Apple aconteceu por duas razões. Foi o Pão de Açúcar que procurou a companhia com o projeto das 100 ilhas Apple, para a venda de produtos em até 24 parcelas.

Uma semana antes de Szapiro se tornar o homem do grupo no Brasil, em agosto passado, ele recebeu um telefonema de um executivo do Pão de Açúcar já com a proposta. Szapiro adorou e pediu que ele esperasse alguns dias, até sentar na cadeira. Após isso, houve um encontro casual entre os executivos da varejista com Szapiro e DeVries, numa loja da Apple em Miami. Ali surgiu a idéia, abraçada pelos dois grupos..

A nova tacada sai do papel poucos meses depois de uma profunda reformulação no seu formato de vendas no País. Agora, há dois grandes grupos de canais de venda. As grandes lojas especializadas e líderes varejistas estão num grupo, e os pequenos vendedores autorizados, em outro. Dessa forma, as grandes redes de varejo compram direto de Miami e conseguem trabalhar com margens melhores, o que os leva a comprar volumes mais gordos. Por isso, a idéia de abertura de uma fábrica da companhia no País acaba ficando mais distante. DINHEIRO apurou que, até o momento, não há sequer contato da empresa com fabricantes terceirizados. “A Sony já planeja fabricar notebooks no País, assim como a Philips, mas a Apple não fez qualquer movimento”, diz um grande fornecedor de insumos para computadores. Esse seria um caminho quase obrigatório se ela busca escala maior. Só com uma produção local será possível se beneficiar da Lei de Informática, pagar menos impostos sobre produtos e deslanchar as vendas no País. “Os preços cairiam mais de 15% com a produção local”, afirma o diretor da consultoria IT Data, Ivair Rodrigues. Não há dados oficiais, mas especialistas estimam que o Brasil seria responsável hoje por 0,1% das vendas anuais de US$ 24 bilhões do grupo, ou algo como R$ 50 milhões até setembro de 2007.

É uma ninharia para a Apple. Estima- se, por exemplo, que o Brasil teria potencial para a venda de 500 mil iPhones, após a possível chegada do aparelho em 2009. Isso equivale a 40 dias de vendas nos EUA, onde foram comercializados mais de 1,1 milhão de unidades só de julho a setembro. Portanto, o Brasil ainda é ator coadjuvante nessa história e o esforço atual seria uma tentativa de fortalecer as operações em alguns países da América Latina. No topo da lista de prioridades estariam México e Brasil. Há cerca de seis meses, DeVries, de Miami, disse que a companhia tem planos de dobrar a receita no Brasil no ano fiscal que começou em outubro. A recente redução de preços dos produtos da marca ajuda, e muito, nisso. O iMac mais barato custa hoje R$ 3.999 no Brasil. Em agosto, ele custava R$ 5.799, caiu para R$ 4.999 e um mês depois, ficou R$ 1 mil mais barato. Detalhe: nos EUA, esse mesmo iMac custa US$ 1.099 na loja ícone da empresa, em Nova York, ou menos de R$ 2 mil, o dobro do preço nas lojas brasileiras.

Há ainda mais ações vindo por aí: a Apple vai lançar, em poucos dias, uma campanha de Natal especificamente para os MacBooks, com redução de preços. O dólar dá uma bela mão nessa conta. A valorização do real reduz o valor dos iMacs e iPods e MacBooks – e a Apple consegue ser um pouquinho mais competitiva sem mexer muito em sua margem de lucro. O desejo do consumidor pela marca é evidente. Na noite da inauguração da primeira store in store da Apple, um evento institucional, foram vendidos 30 iPods e dez MacBooks em duas horas. Um número animador.

Por Adriana Matos – Quem quiser ver a reportagem com as fotos e numeros/graficos o link é: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/

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CS3 para iPhone

Eu quero instalar no meu iPhone!!!!!! ;)

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Novo iMac

Eu quero!

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